sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Não abandone os animais, não compre ,adote,castrem seus animais !

Cães para adoção região 51

Pintscher Baby p/ adoção!!! mix de pintcher pretinha, porte P, 2 aninhos, que fica o dia inteiro presa dentro de uma garagem! A pessoa disse que não tem como cuidar, e que vai começar a trabalhar!! Coitadinha! contato comigo (51)8109-9293 esta em Canoas, será entregue castrada (castração a baixo custo por conta do adotante). Vamos ajudar esse anjinho a encontrar um lar de verdade!

Cuidado: medicamentos para uso humano podem matar animais

Veterinária alerta: alguns medicamentos para humanos podem causar intoxicação e até matar animais. Base da Aspirina, o ácido acetilsalicílico é um anti-inflamatório extremamente tóxico para gatos. (Foto cão: Correio de Uberlândia)Quando um animal está doente, alguns tutores ao em vez de levá-lo ao médico veterinário, preferem usar a própria experiência para medicar cães e gatos. O que eles talvez não saibam é que alguns medicamentos para consumo humano, que são vendidos livremente em farmácias, podem causar intoxicação, alergia e até matar o animal. "Alguns medicamentos fabricados para humanos podem ser utilizados em animais e são receitados por veterinários, mas o tutor precisa se atentar à dosagem indicada pelo profissional. Para evitar qualquer risco de piorar o quadro de saúde ou até mesmo causar a morte dele. O certo é que o tutor procure um veterinário para diagnosticar o problema e indicar o tratamento adequado", disse a veterinária Valéria Correa. O sistema digestivo de cães e gatos, apesar de semelhante ao do humano, não funciona da mesma forma. Os órgãos do sistema digestivo dos animais não têm a capacidade de absorver e sintetizar os medicamentos frequentemente utilizados por humanos, como alguns tipos de anti-inflamatórios e analgésicos. O analgésico Paracetamol, princípio ativo de diversas marcas de remédios conhecidos, causa lesão no fígado de cães e pode ser fatal para gatos. Causando anemia hemolítica, lesões hepáticas, diarreia, vômito, necrose renal, entre outros problemas. "Mesmo entre os animais é preciso respeitar as diferenças. Um medicamento que é utilizado com sucesso em cachorros nem sempre é indicado para gatos, que são mais sensíveis", afirmou a veterinária. Os anti-inflamatórios, que têm como base diclofenaco sódico, causa graves sintomas gastrointestinais nos animais, inclusive desenvolvendo úlceras perfurantes de estômago e duodeno. "Muitas vezes, o problema inicial, que motivou o tutor a dar a medicação, vira secundário, pois as consequências de dar uma medicação errada são bem graves. No caso dos anti-inflamatórios, geralmente os animais começam a apresentar vômitos, diarreia ou fezes escuras, com presença de sangue, além de apatia e muita dor abdominal", afirmou Valéria Correa. Ácido acetilsalicílico Base de medicamentos como Aspirina, AAS, Doril e Melhoral, é um anti-inflamatório extremamente tóxico para gatos, devido à deficiência de uma enzima hepática no animal que faria a metabolização e eliminação do composto. Seu uso é contra-indicado para gatos ou só pode ser utilizado de acordo com indicação e supervisão de um médico veterinário. Diclofenaco Muito utilizado por humanos no tratamento de dor e inflamações, o diclofenaco é à base de medicamentos como Cataflan e o Voltaren. Em cães e gatos pode ocasionar diversos problemas como úlceras hemorrágicas com vômitos e diarreia com sangue, além de insuficiência renal. Paracetamol Analgésico presente em produtos como Tylenol, pode ser fatal para gatos, pois o organismo dos felinos não consegue eliminar o medicamento. Pode causar intoxicação em cães e gatos, resultando em falta de ar, vômitos e aumento na salivação, podendo resultar o coma. Fonte: Correio de Uberlândia (M) — com Ana Carolina Moraes.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Uso de animais em laboratórios: uma crueldade brutal


O coelho é o terceiro animal mais popular nos Estados Unidos, no Reino Unido e em muitos outros países, surpreendendo pessoas com a sua inteligência e personalidade. Mesmo assim, coelhos estão entre as criaturas mais buscadas por laboratórios, juntamente com porquinhos-da-índia, beagles, pequenos macacos e ratos explorados em laboratório.
O ser humano ainda acredita ser dotado de características que o fazem ser “especial”, o que lhe dá direito de explorar a vida como bem entender. Ele esquece que, como nós, os animais também pensam, se comunicam e, principalmente, sentem.
Por que é justo tirar um macaco da natureza para explorá-lo em laboratórios, mas não é justo usar o corpo de um condenado à morte? Por que é certo aprisionar um coelho e causar dor diariamente, mas não é certo usar um doente terminal em nome da ciência? O ser humano ainda se vê como Deus, usando a desculpa de que usar animais nos beneficia e nos faz ser quem somos.
Mas por que ninguém se lembra de questionar os erros da medicina causados por se usar animais em testes? O Dr. Albert Sabin afirma que o uso de animais atrasou o desenvolvimento da vacina contra a pólio, sendo atestado de que a primeira vacina desenvolvida funcionou bem em animais, mas matou pessoas. Uma dose de aspirina que é terapêutica a humanos, é venenosa para gatos, benzeno causa leucemia em humanos, mas não tem efeito algum em ratos e até hoje, usando-se coelhos, não se conseguiu comprovar a ligação entre o cigarro e o câncer de pulmão, fato mais que comprovado em seres humanos.
Temos que entender que o uso de animais nos passa uma falsa impressão de segurança, pois a anatomia e o funcionamento do corpo de um animal são diferentes dos nossos, o que pode resultar em sofrimento e morte desnecessários, tanto de animais quanto de humanos.
Muitas pessoas acham necessário o uso de animais em instituições de ensino, pois como um médico aprenderia o funcionamento do coração, ou como um veterinário saberia operar um animal, sem ter visto isto em um animal de verdade durante uma vivissecção? A verdade é que hoje em dia temos muitas alternativas que dispensam o uso de animais e que se mostram tão eficientes quanto, como é o caso do uso de cadáveres e tecidos animais obtidos
de fontes éticas; vídeos que podem ser gravados em situações reais; modelos, manequins e simuladores; multimídia; trabalho clínico com pacientes animais; auto-experimentação; laboratórios in vitro; estudos de campo e aprendizado baseado em casos.
68% das faculdades de medicina nos EUA já aboliram o uso de animais em sala de aula, o que não afetou a capacidade dos médicos formados. Na Inglaterra e Alemanha, a utilização de animais na educação médica foi abolida e na Grã-Bretanha (Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda) é contra a lei estudantes de medicina praticarem cirurgia em animais.
Muitos países estão acordando para esta realidade, proibindo o uso de animais em instituições de ensino e pesquisa, enquanto que o Brasil escolhe retroceder, aprovando a Lei Arouca.
Esta lei afirma que as instituições que se valem do uso de animais serão monitoradas e o bem estar dos animais, bem como a eutanásia humanitária deverá existir, porém se nós não conseguimos sequer fiscalizar creches, orfanatos, asilos ou sanatórios, onde vivem os membros mais vulneráveis de nossa espécie, quem assegura o bom trato dos animais em laboratórios de grandes multinacionais que possuem grandes quantias em dinheiro para suborno?
Mesmo que haja o “bom trato”, é justo retirar o direito à vida e à liberdade com que todos estes animais nasceram?
O Brasil está se comportando como no caso em que virou o lixão do mundo, recebendo lixo que veio da Inglaterra em containers até o porto de Santos. Desta vez o Brasil está virando terra de ninguém, permitindo que as companhias estrangeiras façam aqui barbáries que não são permitidas em outros lugares do mundo.
Temos tanta competência e tecnologia quanto grandes potências mundiais, nos basta agora ter a coragem e o discernimento de dizer “aqui não”.
George Bernard Shaw disse certa vez: “Não se estabelece se um experimento é justificável ou não, meramente mostrando se ele tem alguma utilidade. Essa distinção não é entre experimentos úteis ou inúteis, mas entre comportamento bárbaro e civilizado”.

Fonte: Anda 

Como o cão enxerga

Cães vêem o mundo de maneira bem diferente da nossa. De certo modo, é como se eles estivessem vivendo em um mundo paralelo. Assim como percebem coisas que não temos capacidade de notar, nós notamos coisas que eles não podem perceber

Quando se fala de visão canina, logo vem a pergunta: a espécie enxerga em cores ou em preto e branco? Esse assunto será abordado a seguir, mas trata-se apenas de uma das características da visão. Dizer que sabemos como o cão enxerga não se reduz a conhecer essa resposta!

Afinal, enxerga colorido?
Sim, mas por muito tempo até mesmo os cientistas acreditavam que não. Hoje se sabe que os cães enxergam em cores, mas não distinguem todas as cores que os humanos vêem.

A principal diferença é que os cães não conseguem distinguir o verde do vermelho. Para nós e para outros animais, como pássaros e macacos, que comemos frutas, a diferença entre essas cores é gritante porque é muito vantajoso diferenciar rapidamente as frutas vermelhas das folhagens verdes, por exemplo.

Uma distinção que os cães conseguem fazer bem é entre o azul e o verde. Bolinhas de cor azul são mais fáceis de o cão buscar em gramados do que as vermelhas, que se destacam menos, e por isso podem ser usadas para estimular o olfato.


Visão noturna
É verdade que os cães enxergam no escuro? Depende. Na escuridão total, não. Mas os cães enxergam muito melhor do que nós no escuro, apesar de não conseguirem distinguir bem as cores. Pode-se dizer, portanto, que no escuro os cães enxergam em preto e branco.

A visão noturna é importantíssima para os animais que caçam no escuro, por dependerem basicamente da luz da lua e das estrelas. É o caso das matilhas selvagens e das alcatéias, cujos uivos, usados também para reunir o grupo para caçar, podem ser mais ouvidos à noite, especialmente nas noites claras.


Vê de costas? Graças a uma amplitude de visão bem maior que a nossa, os cães enxergam o que está atrás deles. Como têm olhos mais laterais que os nossos, conseguem ver uma área maior, tanto para localizar presas como eventuais predadores. A maior amplitude visual varia, já que a posição dos olhos muda conforme a raça. Pastores Alemães, por exemplo, têm amplitude visual muito superior à dos Pugs.

Detecção de movimento
Os cães conseguem detectar muito mais facilmente algo em movimento do que parado, qualidade útil nas perseguições durante a caça. É como se o objeto em deslocamento saltasse de um fundo parado.

Fonte: Revista Cães & Cia

Milhares de ovelhas são exploradas e torturadas pela indústria de lã



Na foto, uma ovelha muito maltratada, vítima da indústria cruel da lã (Reprodução/PETA)

Milhares de ovelhas gentis vivem na negligência, doenças e falta de abrigo, escravizadas pela indústria da lã. Para muitos desses animais, o calvário de suas últimas semanas na Terra começará com um passeio de caminhão até onde serão arremessadas ​​de cabeça para baixo e suas gargantas cortadas enquanto ainda estão conscientes.
Este é o livre-comércio de exportação, um negócio em que ovelhas que são rejeitadas pela indústria de lã e são amontoadas às dezenas de milhares em porões imundos de navios lotados e forçados a suportar semanas de intenso de abuso e negligência antes de enfrentarem o abate em países do Oriente Médio e Norte da África.
A longa jornada de ovelhas, de um campo com pasto gramado ao campo de extermínio sangrento, consiste em semanas de tormento e sofrimento. Por favor, permitam-me descrever uma experiência típica de um desses animais. Depois de dias balançando dentro de um caminhão lotado, com pouca proteção contra o calor escaldante ou a chuva forte que bate, elas serão lançadas em um confinamento em um porto. A dieta de grama, que fazia parte de toda a sua vida, será substituída por pellets de alimentos, que seu sistema, em pânico, mal consegue tolerar, levando à diarréia e outros problemas digestivos que podem enfraquecer ainda mais as ovelhas.
Mas esses novos problemas de saúde não impedirão que elas sejam enviadas para o exterior. Elas serão amontoadas no porão dos navios que elas quase não serão capazes de se mover, um metro quadrado para três ovelhas em uma viagem que pode durar mais de três semanas – se ela não morrer primeiro.
A cada dia dessa viagem infernal, a suspensão de urina e fezes em seus pés irá crescer, e as temperaturas muitas vezes sufocante no deck lotado e fechado vai persistir. Como ovelhas mais e mais ao seu redor sucumbir à miséria, os trabalhadores tentativa de controlar a doença por atirar animais mortos e moribundos em uma grande máquina que tritura picar os seus corpos antes de descarregar-los para o mar.
Depois de semanas neste calvário, o navio vai finalmente chegar a um outro porto, onde este animal será empurrado para outro confinamento para esperar seu destino final – irá sangrar até a morte após ter sua garganta cortada sem receber qualquer ajuda para aliviar seu sofrimento.
Neste exato momento, inúmeras ovelhas como estas estão sofrendo por conta da exportação de animais vivos.
A PETA e a PETA Austrália tiveram um tremendo sucesso educando as pessoas ao redor do mundo sobre esse assunto, muitas vezes escondido, da indústria da lã, mas enquanto ovelhas continuarem a sofrer, a luta em defesa dos animais não acabará.

Fonte: Anda

segunda-feira, 25 de julho de 2011

O abandono animal ²


"Não permitas que ninguém negligencie o peso de sua responsabilidade. Enquanto tantos animais continuam a ser maltratados, enquanto o lamento dos animais sedentos nos vagões de carga não sejam emudecidos, enquanto prevalecer tanta brutalidade em nosso matadouros... todos seremos culpados. Tudo o que tem vida, tem valor como um ser vivo, como uma manifestação do mistério da vida."

Albert Schweitzer

O abandono animal

O abandono dos animais é um fenómeno cada vez mais em ascensão. As famílias gostam de ter o seu companheiro animal em casa porque cria um ambiente saudável e familiar, contudo ter um animal de estimação não traz só vantagens exige tempo, despender algum rendimento e também alguma dedicação, isto durante todo o ano e não apenas durante determinado tempo, assim é na altura das férias que se verifica o maior abandono animal, as famílias saem e não podem levar os seus animais e em vez de procurarem alternativas como por exemplo deixar em alguém conhecido ou num abrigo para animais temporariamente, optam pela solução mais fácil deixando-os ao abandono à mercê do destino, é um facto triste e cruel mas real e cada vez mais comum.

As crises económicas são outro fenómeno que amplia esta realidade, as famílias possuem menos recursos para fazer frente às suas despesas e ter um animal de estimação pode não fazer grande peso no orçamento, mas tudo o que é terciário são despesas a cortar e nestas alturas de apertar o cinto, ter um animal de estimação torna-se quase um luxo.

É preciso formar a sociedade em que vivemos para que as pessoas estejam sensíveis e receptivas a mudar esta realidade, pois as instituições que acolhem os animais estão lotadas, não têm capacidade para ampliar as suas instalações pois vivem de voluntariado, que escasseia cada vez mais e de donativos que também não abundam, além disso cada vez há mais animais ao abandono pelas ruas, mais das vezes portadores de doenças derivado da falta de tratamento que padecem e de se encontrarem débeis aos vírus que se propagam, transformando-se assim estes num perigo para a saúde pública, o que afecta todos nós e dá má imagem às localidades onde o fenómeno se faz notar mais.

Esta é uma realidade que está nas mãos de cada um de nós mudar, basta um pequeno esforço, acolher um animal nos nossos lares, dar-lhes as condições para viver minimamente, eles retribuem todo o carinho e dedicação que lhes é dado, e é fundamental não esquecermos a sua existência em altura alguma, fazendo planos sempre a contar com mais um membro na família, pois caso contrário o ciclo volta de novo ao inicio.

Fonte: Rua Direta

sábado, 23 de julho de 2011

Pediatra diz que crianças vêem no animal de estimação um irmão

– As crianças vêem no animal de estimação um irmão e, também por isso, este não deve ser abandonado, pois os mais pequenos podem pensar que isso lhes pode acontecer, defendeu hoje uma pediatra. Clara Alves Pereira, médica interna de pediatria do Centro Hospitalar Tâmega e Sousa, considera que a presença de um animal de estimação em casa “é benéfica” para as crianças e é sobre esta relação que irá falar no encontro “Uma Só Saúde”, que amanhã junta as Ordens dos Médicos e dos Veterinários.
Em declarações à agência Lusa, Clara Alves Pereira contou que já várias vezes foi abordada por pais que tentam, com a sua ajuda, decidir se devem ou não adquirir um cão ou gato, depois de muita insistência dos filhos. A resposta “não é fácil” e “depende de muitas variáveis, como a própria criança, a sua família e condições”, disse. “Quando existem condições – e isso mesmo está demonstrado em estudos – há benefícios físicos, psicológicos e de socialização no relacionamento com animais”, disse.
Mas esta relação deve ser “equilibrada” e “saudável”, defendeu, explicando que, logo à partida, têm de ser assegurados os cuidados mínimos, como de saúde e de alimentação. Existem, no entanto, outras questões que os adultos devem levar em conta nesta relação com os animais: “Os pais têm de saber que não estão a dar um brinquedo, nem um ser humano”, disse.
E devem também saber que as crianças vêem no animal alguém da família, próximo como um irmão. Por esta razão, sublinhou, “os pais precisam de entender que o que fazem ao animal pode ser entendido pelas crianças como possíveis acontecimentos com elas próprias”. “Se abandonamos um animal, estamos a mostrar que a desvinculação afetiva é lícita”, disse.
Segundo Clara Alves Pereira, as crianças vêem retratada na relação do animal com os pais a sua própria relação com os progenitores e, por isso, podem pensar que o que acontece com o cão ou o gato lhes pode acontecer. Por outro lado, ao ver que o animal, mesmo quando faz uma asneira, continua em casa e é amado pela família, a criança apercebe-se de que será aceite, apesar dos seus próprios disparates, o que aumenta a auto estima.

Fonte: JP Online

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Principais causas de morte canina

Você já parou pra pensar nas principais causas de óbito do Melhor Amigo do Homem? Pesquisadores da Geórgia mapearam as causas de 74 mil cães entre 1984 e 2004, em 27 hospitais universitários norte-americanos.

O estudo permitiu saber, qual é o tipo de mal responsável pela maioria das mortes dos cães pertencentes a 82 raças caninas.
Vamos conferir alguns exemplos ?



Problemas gastrintestinais: Dogue Alemão, Akita, Shar Pet e Weimaraner;
Problemas cardiovasculares: Maltês, Chihuahua, Dobermann e Fox Terrier;
Problemas neurológicos: Daschshund, Pinscher, Pug e Boston Terrier;
Problemas respiratórios: Bulldog, Yorkshire e Afgan Hound;
Câncer: Bernese, Golden Retriever, Scottish, Terrier e Boxer;
Com esses dados, pesquisadores esperam que ajudem a minimizar com essas doenças em cães de todo o mundo.

Fonte: Cães e Cia