terça-feira, 26 de julho de 2011
Uso de animais em laboratórios: uma crueldade brutal
O coelho é o terceiro animal mais popular nos Estados Unidos, no Reino Unido e em muitos outros países, surpreendendo pessoas com a sua inteligência e personalidade. Mesmo assim, coelhos estão entre as criaturas mais buscadas por laboratórios, juntamente com porquinhos-da-índia, beagles, pequenos macacos e ratos explorados em laboratório.
O ser humano ainda acredita ser dotado de características que o fazem ser “especial”, o que lhe dá direito de explorar a vida como bem entender. Ele esquece que, como nós, os animais também pensam, se comunicam e, principalmente, sentem.
Por que é justo tirar um macaco da natureza para explorá-lo em laboratórios, mas não é justo usar o corpo de um condenado à morte? Por que é certo aprisionar um coelho e causar dor diariamente, mas não é certo usar um doente terminal em nome da ciência? O ser humano ainda se vê como Deus, usando a desculpa de que usar animais nos beneficia e nos faz ser quem somos.
Mas por que ninguém se lembra de questionar os erros da medicina causados por se usar animais em testes? O Dr. Albert Sabin afirma que o uso de animais atrasou o desenvolvimento da vacina contra a pólio, sendo atestado de que a primeira vacina desenvolvida funcionou bem em animais, mas matou pessoas. Uma dose de aspirina que é terapêutica a humanos, é venenosa para gatos, benzeno causa leucemia em humanos, mas não tem efeito algum em ratos e até hoje, usando-se coelhos, não se conseguiu comprovar a ligação entre o cigarro e o câncer de pulmão, fato mais que comprovado em seres humanos.
Temos que entender que o uso de animais nos passa uma falsa impressão de segurança, pois a anatomia e o funcionamento do corpo de um animal são diferentes dos nossos, o que pode resultar em sofrimento e morte desnecessários, tanto de animais quanto de humanos.
Muitas pessoas acham necessário o uso de animais em instituições de ensino, pois como um médico aprenderia o funcionamento do coração, ou como um veterinário saberia operar um animal, sem ter visto isto em um animal de verdade durante uma vivissecção? A verdade é que hoje em dia temos muitas alternativas que dispensam o uso de animais e que se mostram tão eficientes quanto, como é o caso do uso de cadáveres e tecidos animais obtidos
de fontes éticas; vídeos que podem ser gravados em situações reais; modelos, manequins e simuladores; multimídia; trabalho clínico com pacientes animais; auto-experimentação; laboratórios in vitro; estudos de campo e aprendizado baseado em casos.
68% das faculdades de medicina nos EUA já aboliram o uso de animais em sala de aula, o que não afetou a capacidade dos médicos formados. Na Inglaterra e Alemanha, a utilização de animais na educação médica foi abolida e na Grã-Bretanha (Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda) é contra a lei estudantes de medicina praticarem cirurgia em animais.
Muitos países estão acordando para esta realidade, proibindo o uso de animais em instituições de ensino e pesquisa, enquanto que o Brasil escolhe retroceder, aprovando a Lei Arouca.
Esta lei afirma que as instituições que se valem do uso de animais serão monitoradas e o bem estar dos animais, bem como a eutanásia humanitária deverá existir, porém se nós não conseguimos sequer fiscalizar creches, orfanatos, asilos ou sanatórios, onde vivem os membros mais vulneráveis de nossa espécie, quem assegura o bom trato dos animais em laboratórios de grandes multinacionais que possuem grandes quantias em dinheiro para suborno?
Mesmo que haja o “bom trato”, é justo retirar o direito à vida e à liberdade com que todos estes animais nasceram?
O Brasil está se comportando como no caso em que virou o lixão do mundo, recebendo lixo que veio da Inglaterra em containers até o porto de Santos. Desta vez o Brasil está virando terra de ninguém, permitindo que as companhias estrangeiras façam aqui barbáries que não são permitidas em outros lugares do mundo.
Temos tanta competência e tecnologia quanto grandes potências mundiais, nos basta agora ter a coragem e o discernimento de dizer “aqui não”.
George Bernard Shaw disse certa vez: “Não se estabelece se um experimento é justificável ou não, meramente mostrando se ele tem alguma utilidade. Essa distinção não é entre experimentos úteis ou inúteis, mas entre comportamento bárbaro e civilizado”.
Fonte: Anda
Como o cão enxerga
Cães vêem o mundo de maneira bem diferente da nossa. De certo modo, é como se eles estivessem vivendo em um mundo paralelo. Assim como percebem coisas que não temos capacidade de notar, nós notamos coisas que eles não podem perceber
Afinal, enxerga colorido?
Sim, mas por muito tempo até mesmo os cientistas acreditavam que não. Hoje se sabe que os cães enxergam em cores, mas não distinguem todas as cores que os humanos vêem.
Uma distinção que os cães conseguem fazer bem é entre o azul e o verde. Bolinhas de cor azul são mais fáceis de o cão buscar em gramados do que as vermelhas, que se destacam menos, e por isso podem ser usadas para estimular o olfato.
Visão noturna
É verdade que os cães enxergam no escuro? Depende. Na escuridão total, não. Mas os cães enxergam muito melhor do que nós no escuro, apesar de não conseguirem distinguir bem as cores. Pode-se dizer, portanto, que no escuro os cães enxergam em preto e branco.
Vê de costas? Graças a uma amplitude de visão bem maior que a nossa, os cães enxergam o que está atrás deles. Como têm olhos mais laterais que os nossos, conseguem ver uma área maior, tanto para localizar presas como eventuais predadores. A maior amplitude visual varia, já que a posição dos olhos muda conforme a raça. Pastores Alemães, por exemplo, têm amplitude visual muito superior à dos Pugs.
Detecção de movimento
Os cães conseguem detectar muito mais facilmente algo em movimento do que parado, qualidade útil nas perseguições durante a caça. É como se o objeto em deslocamento saltasse de um fundo parado.
Fonte: Revista Cães & Cia
Quando se fala de visão canina, logo vem a pergunta: a espécie enxerga em cores ou em preto e branco? Esse assunto será abordado a seguir, mas trata-se apenas de uma das características da visão. Dizer que sabemos como o cão enxerga não se reduz a conhecer essa resposta!
Afinal, enxerga colorido?
Sim, mas por muito tempo até mesmo os cientistas acreditavam que não. Hoje se sabe que os cães enxergam em cores, mas não distinguem todas as cores que os humanos vêem.
A principal diferença é que os cães não conseguem distinguir o verde do vermelho. Para nós e para outros animais, como pássaros e macacos, que comemos frutas, a diferença entre essas cores é gritante porque é muito vantajoso diferenciar rapidamente as frutas vermelhas das folhagens verdes, por exemplo.
Uma distinção que os cães conseguem fazer bem é entre o azul e o verde. Bolinhas de cor azul são mais fáceis de o cão buscar em gramados do que as vermelhas, que se destacam menos, e por isso podem ser usadas para estimular o olfato.
Visão noturna
É verdade que os cães enxergam no escuro? Depende. Na escuridão total, não. Mas os cães enxergam muito melhor do que nós no escuro, apesar de não conseguirem distinguir bem as cores. Pode-se dizer, portanto, que no escuro os cães enxergam em preto e branco.
A visão noturna é importantíssima para os animais que caçam no escuro, por dependerem basicamente da luz da lua e das estrelas. É o caso das matilhas selvagens e das alcatéias, cujos uivos, usados também para reunir o grupo para caçar, podem ser mais ouvidos à noite, especialmente nas noites claras.
Vê de costas? Graças a uma amplitude de visão bem maior que a nossa, os cães enxergam o que está atrás deles. Como têm olhos mais laterais que os nossos, conseguem ver uma área maior, tanto para localizar presas como eventuais predadores. A maior amplitude visual varia, já que a posição dos olhos muda conforme a raça. Pastores Alemães, por exemplo, têm amplitude visual muito superior à dos Pugs.
Detecção de movimento
Os cães conseguem detectar muito mais facilmente algo em movimento do que parado, qualidade útil nas perseguições durante a caça. É como se o objeto em deslocamento saltasse de um fundo parado.
Fonte: Revista Cães & Cia
Milhares de ovelhas são exploradas e torturadas pela indústria de lã

Na foto, uma ovelha muito maltratada, vítima da indústria cruel da lã (Reprodução/PETA)
Milhares de ovelhas gentis vivem na negligência, doenças e falta de abrigo, escravizadas pela indústria da lã. Para muitos desses animais, o calvário de suas últimas semanas na Terra começará com um passeio de caminhão até onde serão arremessadas de cabeça para baixo e suas gargantas cortadas enquanto ainda estão conscientes.
Este é o livre-comércio de exportação, um negócio em que ovelhas que são rejeitadas pela indústria de lã e são amontoadas às dezenas de milhares em porões imundos de navios lotados e forçados a suportar semanas de intenso de abuso e negligência antes de enfrentarem o abate em países do Oriente Médio e Norte da África.
A longa jornada de ovelhas, de um campo com pasto gramado ao campo de extermínio sangrento, consiste em semanas de tormento e sofrimento. Por favor, permitam-me descrever uma experiência típica de um desses animais. Depois de dias balançando dentro de um caminhão lotado, com pouca proteção contra o calor escaldante ou a chuva forte que bate, elas serão lançadas em um confinamento em um porto. A dieta de grama, que fazia parte de toda a sua vida, será substituída por pellets de alimentos, que seu sistema, em pânico, mal consegue tolerar, levando à diarréia e outros problemas digestivos que podem enfraquecer ainda mais as ovelhas.
Mas esses novos problemas de saúde não impedirão que elas sejam enviadas para o exterior. Elas serão amontoadas no porão dos navios que elas quase não serão capazes de se mover, um metro quadrado para três ovelhas em uma viagem que pode durar mais de três semanas – se ela não morrer primeiro.
A cada dia dessa viagem infernal, a suspensão de urina e fezes em seus pés irá crescer, e as temperaturas muitas vezes sufocante no deck lotado e fechado vai persistir. Como ovelhas mais e mais ao seu redor sucumbir à miséria, os trabalhadores tentativa de controlar a doença por atirar animais mortos e moribundos em uma grande máquina que tritura picar os seus corpos antes de descarregar-los para o mar.
Depois de semanas neste calvário, o navio vai finalmente chegar a um outro porto, onde este animal será empurrado para outro confinamento para esperar seu destino final – irá sangrar até a morte após ter sua garganta cortada sem receber qualquer ajuda para aliviar seu sofrimento.
Neste exato momento, inúmeras ovelhas como estas estão sofrendo por conta da exportação de animais vivos.
A PETA e a PETA Austrália tiveram um tremendo sucesso educando as pessoas ao redor do mundo sobre esse assunto, muitas vezes escondido, da indústria da lã, mas enquanto ovelhas continuarem a sofrer, a luta em defesa dos animais não acabará.
Fonte: Anda
segunda-feira, 25 de julho de 2011
O abandono animal ²
"Não permitas que ninguém negligencie o peso de sua responsabilidade. Enquanto tantos animais continuam a ser maltratados, enquanto o lamento dos animais sedentos nos vagões de carga não sejam emudecidos, enquanto prevalecer tanta brutalidade em nosso matadouros... todos seremos culpados. Tudo o que tem vida, tem valor como um ser vivo, como uma manifestação do mistério da vida."
Albert Schweitzer
O abandono animal
O abandono dos animais é um fenómeno cada vez mais em ascensão. As famílias gostam de ter o seu companheiro animal em casa porque cria um ambiente saudável e familiar, contudo ter um animal de estimação não traz só vantagens exige tempo, despender algum rendimento e também alguma dedicação, isto durante todo o ano e não apenas durante determinado tempo, assim é na altura das férias que se verifica o maior abandono animal, as famílias saem e não podem levar os seus animais e em vez de procurarem alternativas como por exemplo deixar em alguém conhecido ou num abrigo para animais temporariamente, optam pela solução mais fácil deixando-os ao abandono à mercê do destino, é um facto triste e cruel mas real e cada vez mais comum.
As crises económicas são outro fenómeno que amplia esta realidade, as famílias possuem menos recursos para fazer frente às suas despesas e ter um animal de estimação pode não fazer grande peso no orçamento, mas tudo o que é terciário são despesas a cortar e nestas alturas de apertar o cinto, ter um animal de estimação torna-se quase um luxo.
É preciso formar a sociedade em que vivemos para que as pessoas estejam sensíveis e receptivas a mudar esta realidade, pois as instituições que acolhem os animais estão lotadas, não têm capacidade para ampliar as suas instalações pois vivem de voluntariado, que escasseia cada vez mais e de donativos que também não abundam, além disso cada vez há mais animais ao abandono pelas ruas, mais das vezes portadores de doenças derivado da falta de tratamento que padecem e de se encontrarem débeis aos vírus que se propagam, transformando-se assim estes num perigo para a saúde pública, o que afecta todos nós e dá má imagem às localidades onde o fenómeno se faz notar mais.
Esta é uma realidade que está nas mãos de cada um de nós mudar, basta um pequeno esforço, acolher um animal nos nossos lares, dar-lhes as condições para viver minimamente, eles retribuem todo o carinho e dedicação que lhes é dado, e é fundamental não esquecermos a sua existência em altura alguma, fazendo planos sempre a contar com mais um membro na família, pois caso contrário o ciclo volta de novo ao inicio.
Fonte: Rua Direta
As crises económicas são outro fenómeno que amplia esta realidade, as famílias possuem menos recursos para fazer frente às suas despesas e ter um animal de estimação pode não fazer grande peso no orçamento, mas tudo o que é terciário são despesas a cortar e nestas alturas de apertar o cinto, ter um animal de estimação torna-se quase um luxo.
É preciso formar a sociedade em que vivemos para que as pessoas estejam sensíveis e receptivas a mudar esta realidade, pois as instituições que acolhem os animais estão lotadas, não têm capacidade para ampliar as suas instalações pois vivem de voluntariado, que escasseia cada vez mais e de donativos que também não abundam, além disso cada vez há mais animais ao abandono pelas ruas, mais das vezes portadores de doenças derivado da falta de tratamento que padecem e de se encontrarem débeis aos vírus que se propagam, transformando-se assim estes num perigo para a saúde pública, o que afecta todos nós e dá má imagem às localidades onde o fenómeno se faz notar mais.
Esta é uma realidade que está nas mãos de cada um de nós mudar, basta um pequeno esforço, acolher um animal nos nossos lares, dar-lhes as condições para viver minimamente, eles retribuem todo o carinho e dedicação que lhes é dado, e é fundamental não esquecermos a sua existência em altura alguma, fazendo planos sempre a contar com mais um membro na família, pois caso contrário o ciclo volta de novo ao inicio.
Fonte: Rua Direta
sábado, 23 de julho de 2011
Pediatra diz que crianças vêem no animal de estimação um irmão
– As crianças vêem no animal de estimação um irmão e, também por isso, este não deve ser abandonado, pois os mais pequenos podem pensar que isso lhes pode acontecer, defendeu hoje uma pediatra. Clara Alves Pereira, médica interna de pediatria do Centro Hospitalar Tâmega e Sousa, considera que a presença de um animal de estimação em casa “é benéfica” para as crianças e é sobre esta relação que irá falar no encontro “Uma Só Saúde”, que amanhã junta as Ordens dos Médicos e dos Veterinários.
Em declarações à agência Lusa, Clara Alves Pereira contou que já várias vezes foi abordada por pais que tentam, com a sua ajuda, decidir se devem ou não adquirir um cão ou gato, depois de muita insistência dos filhos. A resposta “não é fácil” e “depende de muitas variáveis, como a própria criança, a sua família e condições”, disse. “Quando existem condições – e isso mesmo está demonstrado em estudos – há benefícios físicos, psicológicos e de socialização no relacionamento com animais”, disse.
Mas esta relação deve ser “equilibrada” e “saudável”, defendeu, explicando que, logo à partida, têm de ser assegurados os cuidados mínimos, como de saúde e de alimentação. Existem, no entanto, outras questões que os adultos devem levar em conta nesta relação com os animais: “Os pais têm de saber que não estão a dar um brinquedo, nem um ser humano”, disse.
E devem também saber que as crianças vêem no animal alguém da família, próximo como um irmão. Por esta razão, sublinhou, “os pais precisam de entender que o que fazem ao animal pode ser entendido pelas crianças como possíveis acontecimentos com elas próprias”. “Se abandonamos um animal, estamos a mostrar que a desvinculação afetiva é lícita”, disse.
Segundo Clara Alves Pereira, as crianças vêem retratada na relação do animal com os pais a sua própria relação com os progenitores e, por isso, podem pensar que o que acontece com o cão ou o gato lhes pode acontecer. Por outro lado, ao ver que o animal, mesmo quando faz uma asneira, continua em casa e é amado pela família, a criança apercebe-se de que será aceite, apesar dos seus próprios disparates, o que aumenta a auto estima.
Fonte: JP Online
Em declarações à agência Lusa, Clara Alves Pereira contou que já várias vezes foi abordada por pais que tentam, com a sua ajuda, decidir se devem ou não adquirir um cão ou gato, depois de muita insistência dos filhos. A resposta “não é fácil” e “depende de muitas variáveis, como a própria criança, a sua família e condições”, disse. “Quando existem condições – e isso mesmo está demonstrado em estudos – há benefícios físicos, psicológicos e de socialização no relacionamento com animais”, disse.
Mas esta relação deve ser “equilibrada” e “saudável”, defendeu, explicando que, logo à partida, têm de ser assegurados os cuidados mínimos, como de saúde e de alimentação. Existem, no entanto, outras questões que os adultos devem levar em conta nesta relação com os animais: “Os pais têm de saber que não estão a dar um brinquedo, nem um ser humano”, disse.
E devem também saber que as crianças vêem no animal alguém da família, próximo como um irmão. Por esta razão, sublinhou, “os pais precisam de entender que o que fazem ao animal pode ser entendido pelas crianças como possíveis acontecimentos com elas próprias”. “Se abandonamos um animal, estamos a mostrar que a desvinculação afetiva é lícita”, disse.
Segundo Clara Alves Pereira, as crianças vêem retratada na relação do animal com os pais a sua própria relação com os progenitores e, por isso, podem pensar que o que acontece com o cão ou o gato lhes pode acontecer. Por outro lado, ao ver que o animal, mesmo quando faz uma asneira, continua em casa e é amado pela família, a criança apercebe-se de que será aceite, apesar dos seus próprios disparates, o que aumenta a auto estima.
Fonte: JP Online
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Principais causas de morte canina
Você já parou pra pensar nas principais causas de óbito do Melhor Amigo do Homem? Pesquisadores da Geórgia mapearam as causas de 74 mil cães entre 1984 e 2004, em 27 hospitais universitários norte-americanos.
O estudo permitiu saber, qual é o tipo de mal responsável pela maioria das mortes dos cães pertencentes a 82 raças caninas.
Vamos conferir alguns exemplos ?
Com esses dados, pesquisadores esperam que ajudem a minimizar com essas doenças em cães de todo o mundo.
Problemas gastrintestinais: Dogue Alemão, Akita, Shar Pet e Weimaraner;
Problemas cardiovasculares: Maltês, Chihuahua, Dobermann e Fox Terrier;
Problemas neurológicos: Daschshund, Pinscher, Pug e Boston Terrier;
Problemas respiratórios: Bulldog, Yorkshire e Afgan Hound;
Câncer: Bernese, Golden Retriever, Scottish, Terrier e Boxer;
Fonte: Cães e Cia
Cães braquicefálicos (sem focinho)
Cães com carinhas especiais e irresistíveis
A maioria das pessoas não está familiar com o termo “Braquicefálico”, mas se você tem um Buldogue Francês, Pug, Boston Terrier, Pequinês, Boxer, Buldogue Inglês, Shih Tzu, Dogue de Bordeaux ou qualquer outra raça com a cara “amassada”, você deve se tornar familiar com essa palavra. A palavra vem de origens gregas, “braqui” significando curto, e “cefálico” significando cabeça.
Cães braquicefálicos foram criados para possuírem um maxilar inferior normal, ou seja, que seja proporcional ao seu tamanho corporal, e um maxilar superior recuado. Ao produzir essa aparência cosmética, esses animais foram comprometidos de diversas maneiras importantes, e você, como um dono, precisa estar familiarizado com as necessidades especiais do seu cão.
O sistema respiratório
Observando os olhos proeminentes desses cães, notamos que a órbita ocular é muito "rasa". Isso significa que qualquer batida na parte de trás da cabeça pode fazer com que um dos olhos saia de sua órbita e precise de recolocação cirúrgica. Isso também pode acontecer com muitos puxões da guia se o cãozinho estiver usando uma coleira. Por esta razão, uma coleira peitoral para seu pode ser interessante.
Às vezes, os olhos são tão proeminentes que as pálpebras não conseguem fechar completamente por cima dos olhos. Isso pode causar irritação e os centros dos olhos podem ficar secos se correção cirúrgica não for feita. Se você não conseguir perceber isso quando seu cão pisca, observe quando ele dormir. Cães que sempre dormem sem fechar os olhos inteiramente podem precisar de correção cirurgica. Consulte o veterinário.
Problemas de pálpebras são comuns nessas raças. Procure por umidade persistente em volta dos olhos. Em alguns cães, o formato das pálpebras prejudica o escoamento de lágrimas, que podem acumular. Esse problema não pode ser corrigido cirurgicamente e não é desconfortável. No entanto, existe um problema mais sério que parece com esse. Esse segundo problema é quando as pálpebras "enrolam para dentro" de modo que as pálpebras esfregam nos olhos, podendo provocar ulcerações. Esse problema pode precisar de cirurgia.
Irritação crônica aparece em forma de uma área pigmentada na superfície do olho, especialmente no lado perto do focinho. É difícil de ver sem uma luz forte, mas se for notado, deve-se procurar a causa. Dependendo do local da pigmentação, cirurgia pode ser recomendada.
Outras preocupações
Os cães em geral tem 42 dentes em suas bocas. O cão braquicefálico também tem 42 dentes, mas muito menos espaço para eles. Isso significa que os dentes vão ficar bem mais juntos e tendem a crescer em ângulos diferentes, que, por sua vez, prendem restos de comida e podem causar doenças periodontais bem mais cedo do que em outras raças não braquicefálicas. Quanto mais cedo você começar a usar produtos dentários em seu cão, mais tempo você estará evitando possíveis cirurgias dentárias.
Infecções na pele são comuns nas dobrinhas das faces dos cães de raças braquicefálicas. Não esqueça de examinar essas áreas periodicamente e procurar por vermelhidões. As largas cabeças dessas raças tornam a reprodução complicada, e por isso, cesárea é frequentemente utilizada. Trabalho de parto difícil é comum e assistência cirúrgica é frequentemente necessária. É importante não reproduzir fêmeas com hipoplasia traqueal. Aliás, é importante não reproduzir cães com doenças genéticas (hereditárias). Portanto, é melhor deixar a cruza para criadores experientes e responsáveis e o mais aconselhável é a castração precoce do seu cão.
Resumindo, as raças braquicefálicas são irresistíveis, com suas carinhas amassadas e expressões inconfundíveis, mas por causa de suas necessidades especiais, aqueles que possuem cães dessa raça devem se informar sobre o assunto. Se tiver alguma pergunta ou dúvida sobre seu cão braquicefálico, não hesite em entrar em contato com seu médico veterinário.
A maioria das pessoas não está familiar com o termo “Braquicefálico”, mas se você tem um Buldogue Francês, Pug, Boston Terrier, Pequinês, Boxer, Buldogue Inglês, Shih Tzu, Dogue de Bordeaux ou qualquer outra raça com a cara “amassada”, você deve se tornar familiar com essa palavra. A palavra vem de origens gregas, “braqui” significando curto, e “cefálico” significando cabeça.
Cães braquicefálicos foram criados para possuírem um maxilar inferior normal, ou seja, que seja proporcional ao seu tamanho corporal, e um maxilar superior recuado. Ao produzir essa aparência cosmética, esses animais foram comprometidos de diversas maneiras importantes, e você, como um dono, precisa estar familiarizado com as necessidades especiais do seu cão.
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| Boston Terrier |
Raças braquicefálicas são caracterizadas pela síndrome respiratória braquicefálica, que afeta as diferentes áreas do trato respiratório. Felizmente, a maior parte dos cães não sofre de todos os aspectos da síndrome, mas você deve ficar ciente sobre qual desses aspectos seu pet pode possuir.
Estenose das narinas
Esse é um nome chique para narinas estreitas. Os cães braquicefálicos começam tendo uma abertura nasal muito pequena para respirar. Se for um caso grave, a correção cirúrgica é possível.
Palato mole alongado
É difícil caber os tecidos moles da boca e garganta canina na cara curta dos cães braquicefálicos. Como resultado, o palato mole (que separa a passagem nasal da cavidade oral) fica pendurado solto até a garganta, criando sons de ronco.
Virtualmente, todos os cães braquicefálicos sofrem desse problema. Porém, exceto em Buldogues (inclusive os Buldogues Franceses), problemas respiratórios são raros. Latir em excesso ou ofegar podem causar inchaço da garganta, que, por sua vez, pode causar problemas.
Hipoplasia traqueal
A traquéia do cão braquicefálico pode ser perigosamente estreita em alguns pontos. Essa condição resulta em um grande risco anestésico e deve ser descartada por radiografias peitorais antes de qualquer procedimento cirúrgico.
Estresse por calor
Esse é um nome chique para narinas estreitas. Os cães braquicefálicos começam tendo uma abertura nasal muito pequena para respirar. Se for um caso grave, a correção cirúrgica é possível.
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| Shih Tzu |
Palato mole alongado
É difícil caber os tecidos moles da boca e garganta canina na cara curta dos cães braquicefálicos. Como resultado, o palato mole (que separa a passagem nasal da cavidade oral) fica pendurado solto até a garganta, criando sons de ronco.
Virtualmente, todos os cães braquicefálicos sofrem desse problema. Porém, exceto em Buldogues (inclusive os Buldogues Franceses), problemas respiratórios são raros. Latir em excesso ou ofegar podem causar inchaço da garganta, que, por sua vez, pode causar problemas.
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| Boxer |
Hipoplasia traqueal
A traquéia do cão braquicefálico pode ser perigosamente estreita em alguns pontos. Essa condição resulta em um grande risco anestésico e deve ser descartada por radiografias peitorais antes de qualquer procedimento cirúrgico.
Estresse por calor
Por causa de todas essas obstruções respiratórias superiores, o cão braquicefálico é um ofegante ineficiente. Outras raças caninas, com caras e gargantas mais convencionais conseguem passar ar rapidamente pela língua ao ofegarem. A saliva evapora da língua enquanto o ar passa, e o sangue que circula através da língua é esfriado eficientemente e circulado para o resto do corpo.
Eles são os principais candidatos a sofrerem "ataques de calor". Como um todo, as vias respiratórias superiores de um cão braquicefálico compromete sua habilidade de inspirar ar. Em condições normais, isso não é tão grave a ponto de causar um problema; no entanto, um dono deve tomar cuidado a fim de não deixar o cão ficar muito acima do peso ou com muito calor nos climas mais quentes. Fique atento ao ronco do seu cão para saber quando este ronco ficar fora do normal. E caso seu cão precise de anestesia ou sedativo, seu veterinário pode precisar tomar precauções extras ou tirar radiografias antes de lidar com a gravidade da síndrome. O risco anestésico é maior do que o normal nessas raças. Na maioria das vezes essas precauções extras necessárias são administradas prontamente pela maioria dos hospitais de animais. A anestesia indicada para cães braquicefálicos (sem focinho) é a inalatória, por ser menos invasiva e mais suave.
Problemas oculares
Com a maior parte dos ossos nasais compactados, os cães braquicefálicos tendem a ter problemas com o modo em que seus olhos estão localizados.
Eles são os principais candidatos a sofrerem "ataques de calor". Como um todo, as vias respiratórias superiores de um cão braquicefálico compromete sua habilidade de inspirar ar. Em condições normais, isso não é tão grave a ponto de causar um problema; no entanto, um dono deve tomar cuidado a fim de não deixar o cão ficar muito acima do peso ou com muito calor nos climas mais quentes. Fique atento ao ronco do seu cão para saber quando este ronco ficar fora do normal. E caso seu cão precise de anestesia ou sedativo, seu veterinário pode precisar tomar precauções extras ou tirar radiografias antes de lidar com a gravidade da síndrome. O risco anestésico é maior do que o normal nessas raças. Na maioria das vezes essas precauções extras necessárias são administradas prontamente pela maioria dos hospitais de animais. A anestesia indicada para cães braquicefálicos (sem focinho) é a inalatória, por ser menos invasiva e mais suave.
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| Pug |
Problemas oculares
Com a maior parte dos ossos nasais compactados, os cães braquicefálicos tendem a ter problemas com o modo em que seus olhos estão localizados.
Observando os olhos proeminentes desses cães, notamos que a órbita ocular é muito "rasa". Isso significa que qualquer batida na parte de trás da cabeça pode fazer com que um dos olhos saia de sua órbita e precise de recolocação cirúrgica. Isso também pode acontecer com muitos puxões da guia se o cãozinho estiver usando uma coleira. Por esta razão, uma coleira peitoral para seu pode ser interessante.
Às vezes, os olhos são tão proeminentes que as pálpebras não conseguem fechar completamente por cima dos olhos. Isso pode causar irritação e os centros dos olhos podem ficar secos se correção cirúrgica não for feita. Se você não conseguir perceber isso quando seu cão pisca, observe quando ele dormir. Cães que sempre dormem sem fechar os olhos inteiramente podem precisar de correção cirurgica. Consulte o veterinário.
Problemas de pálpebras são comuns nessas raças. Procure por umidade persistente em volta dos olhos. Em alguns cães, o formato das pálpebras prejudica o escoamento de lágrimas, que podem acumular. Esse problema não pode ser corrigido cirurgicamente e não é desconfortável. No entanto, existe um problema mais sério que parece com esse. Esse segundo problema é quando as pálpebras "enrolam para dentro" de modo que as pálpebras esfregam nos olhos, podendo provocar ulcerações. Esse problema pode precisar de cirurgia.
Irritação crônica aparece em forma de uma área pigmentada na superfície do olho, especialmente no lado perto do focinho. É difícil de ver sem uma luz forte, mas se for notado, deve-se procurar a causa. Dependendo do local da pigmentação, cirurgia pode ser recomendada.
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| Pequinês |
Outras preocupações
Os cães em geral tem 42 dentes em suas bocas. O cão braquicefálico também tem 42 dentes, mas muito menos espaço para eles. Isso significa que os dentes vão ficar bem mais juntos e tendem a crescer em ângulos diferentes, que, por sua vez, prendem restos de comida e podem causar doenças periodontais bem mais cedo do que em outras raças não braquicefálicas. Quanto mais cedo você começar a usar produtos dentários em seu cão, mais tempo você estará evitando possíveis cirurgias dentárias.
Infecções na pele são comuns nas dobrinhas das faces dos cães de raças braquicefálicas. Não esqueça de examinar essas áreas periodicamente e procurar por vermelhidões. As largas cabeças dessas raças tornam a reprodução complicada, e por isso, cesárea é frequentemente utilizada. Trabalho de parto difícil é comum e assistência cirúrgica é frequentemente necessária. É importante não reproduzir fêmeas com hipoplasia traqueal. Aliás, é importante não reproduzir cães com doenças genéticas (hereditárias). Portanto, é melhor deixar a cruza para criadores experientes e responsáveis e o mais aconselhável é a castração precoce do seu cão.
Resumindo, as raças braquicefálicas são irresistíveis, com suas carinhas amassadas e expressões inconfundíveis, mas por causa de suas necessidades especiais, aqueles que possuem cães dessa raça devem se informar sobre o assunto. Se tiver alguma pergunta ou dúvida sobre seu cão braquicefálico, não hesite em entrar em contato com seu médico veterinário.
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| Buldogue Inglês |
Pesquisa revela benefícios da amizade entre o homem e o pet
Que o cachorro e o gato são os melhores amigos do homem, ninguém tem dúvidas. Mas, agora está comprovado cientificamente que os fieis companheiros são um ótimo remédio para o ser humano.
De acordo com uma pesquisa feita pelos psicólogos das universidades de Miami e de Saint Louis, nos Estados Unidos, os animais de estimação trazem benefícios, também, para o bem-estar fisiológico e mental dos donos.
O estudo foi realizado em duas etapas. Com os donos de pets, sendo eles cães e gatos, e com pessoas sem animais de estimação.
Notou-se, durante a pesquisa, que os indivíduos com animais eram menos solitárias e mais extrovertidas que as demais. Além disso, o sistema imunológico apresentou melhorias, evitando doenças comuns, como gripe, e estresse.
O estudo conclui que ter um animal de estimação faz bem a saúde.
Fonte: R7
Argentina cria programa de posse responsável de animais de estimação
O Governo da Argentina anunciou nesta última terça-feira a criação de um programa de posse responsável de cachorros e gatos que, entre outras ações, promoverá a esterilização gratuita dos bichos de estimação e proibirá o massacre dos animais.O chefe de Gabinete argentino, Aníbal Fernández, afirmou em entrevista coletiva que a nova “política de proteção dos animais” ficou baseada em um decreto assinado pela governante, Cristina Kirchner.
O chefe de Gabinete sustentou que a esterilização dos animais é “indispensável” para o controle da reprodução indiscriminada de cachorros e gatos.
Fernández disse que este programa visa, inclusive, atenuar a transmissão de doenças aos humanos, como raiva, brucelose, leptospirose, leishmaniose e toxoplasmose, entre outras, “resultado da superpopulação de cachorros e gatos”.
“Não nos sentimos envergonhados de admitir que amamos muitíssimo nossos animais de estimação”, afirmou o chefe dos ministros, que acrescentou que “até agora o sacrifício e a eutanásia como método de controle da população canina e felina foi, além de pouco ético, ineficaz”.
Sendo assim, assinalou, que vai promover a esterilização cirúrgica em massa dos animais, de forma sistemática e gratuita.
Segundo dados do setor privado, estima-se que na Argentina há uma população de cerca de 9 milhões de cachorros e 3,5 milhões de gatos.
Fonte: 24 Horas News
Mulher abriga 400 cães, 60 gatos e duas éguas em sítio de Viamão
Muito mais que 101 animais são cuidados na ONG 101 Viralatas. A matemática vai além: não são apenas cachorros — a julgar pelo nome homônimo da conhecida raça canina. Ao todo, são 400 cães, 60 gatos e duas éguas que estão sob a tutela da viamonense Aline Orestes Vieira, 29 anos.
O início da história de Aline remete a 1991. A morena recém havia completado 10 anos quando chegou com o primeiro cachorrinho em casa. O número de mascotes foi crescendo, crescendo, e quando a família Vieira deu por conta, cerca de 40 cachorros corriam pela casa.
— Sabe como é. Eu sou filha única, então a gente faz uma chantagem e a mãe e o pai acabam deixando — brinca Aline.
Porém, a família de classe média da década de 1990 sentiu o orçamento apertar quando, em 1998, a empresa do pai, Valter, quebrou, e o dono de uma empresa de aplicação de gesso, com 30 funcionários, teve de fechar as portas. Venderam bens e imóveis e acabaram, ela, o pai, Valter, e a mãe, Vladete, se mudando para o sítio de 2 hectares, em Viamão.
— Agora trabalhamos com os animais — revela Aline, que conta ainda com três funcionários na ONG.
No primeiro e último domingo de cada mês, Aline vai até o Brique da Redenção para arrecadar alimentos e doações para os bichinhos. Se um animalzinho dá trabalho, imagina quase 500 bichos. Segundo Aline, só em ração, ela gasta R$ 8 mil. O dinheiro sai de doações e parceiros que auxiliam a 101 Viralatas.
— Faço divulgação por meio da internet, tenho 5 mil contatos de e-mail. Se responde 20 ou 30 é muito. Está bem difícil — aponta.
— Novos doadores são sempre bem-vindos — termina Aline.
O contato da 101 Viralatas é 101viralatas@gmail.com ou http://www.101viralatas.com.br/
Fonte: Zero Hora
O início da história de Aline remete a 1991. A morena recém havia completado 10 anos quando chegou com o primeiro cachorrinho em casa. O número de mascotes foi crescendo, crescendo, e quando a família Vieira deu por conta, cerca de 40 cachorros corriam pela casa.
— Sabe como é. Eu sou filha única, então a gente faz uma chantagem e a mãe e o pai acabam deixando — brinca Aline.
Porém, a família de classe média da década de 1990 sentiu o orçamento apertar quando, em 1998, a empresa do pai, Valter, quebrou, e o dono de uma empresa de aplicação de gesso, com 30 funcionários, teve de fechar as portas. Venderam bens e imóveis e acabaram, ela, o pai, Valter, e a mãe, Vladete, se mudando para o sítio de 2 hectares, em Viamão.
— Agora trabalhamos com os animais — revela Aline, que conta ainda com três funcionários na ONG.
No primeiro e último domingo de cada mês, Aline vai até o Brique da Redenção para arrecadar alimentos e doações para os bichinhos. Se um animalzinho dá trabalho, imagina quase 500 bichos. Segundo Aline, só em ração, ela gasta R$ 8 mil. O dinheiro sai de doações e parceiros que auxiliam a 101 Viralatas.
— Faço divulgação por meio da internet, tenho 5 mil contatos de e-mail. Se responde 20 ou 30 é muito. Está bem difícil — aponta.
— Novos doadores são sempre bem-vindos — termina Aline.
O contato da 101 Viralatas é 101viralatas@gmail.com ou http://www.101viralatas.com.br/
Fonte: Zero Hora
Como escolher um nome
Qual é o melhor nome para eu dar ao meu cachorro?
Pode ser bem dificil escolher o nome de um novo filhotinho. É normal que a gente queira dar nomes com os quais tenhamos alguma ligação especial, como o nome de um artista, uma personalidade ou até de uma comida que gostamos. Independente do nome, seu cão não terá nenhuma ligação emocional com ele. Seu nome será apenas um código pelo o qual seu cão saberá que precisa voltar a atenção a você.
Quando ouvir seu nome, ficará atento para o que virar a seguir. Um bom nome é um nome que chame a atenção do cão de maneira inteligente e fácil. O TSC vai te dar algumas dicas para te ajudar a encontrar o nome perfeito.
Simplifique
Uma ou duas sílabas é o ideal, sendo três o número máximo de sílabas. Se o nome for longo ou complicado, vai ser difícil chamá-lo e seu cachorro pode não entender. Ter que repetir o nome do cão para ter sua atenção faz com que o treinamento fique difícil e pode ser até perigoso em algumas situações.
Não rime com comandos
Os comandos básicos são senta, fique, busca, deite, rola. Para não confundir seu cachorro, dê um nome diferente de palavras que você vai usar no dia-a-dia. Se chamá-lo de Dique, como vai depois diferenciar de fique?
Nomes curtos terminados em vogais são mais fáceis do cão aprender
Isso é porque as palavras terminadas em vogais são pronunciadas mais facilmente por nós, humanos, e por isso a sonoridade fica melhor de ser entendida.
Tente não usar nomes tradicionais de pessoas
Um bom nome de cachorro deve ser simplesmente isso, um nome de cachorro. Nomear seu cão como uma pessoa pode te fazer esquecer que ele é de fato um cão. Isso aumenta a tendência que algumas pessoas tem de tratar cães como pessoas, esquecendo assim de que cães precisam ser tratados como cães para serem realmente felizes, pois eles veem o mundo diferente de nós.
Não dê um nome que ofenda seu cachorro
Cães são sensitivos e percebem quando estão sendo o alvo das atenções pro lado bom ou ruim. Fazer outras pessoas "tirarem sarro" do seu cão não será bom pra ele e nem pra você.
Evite dar nomes parecidos com outros da casa
Seu cão precisará de um nome único, para que ele saiba que quando ouvir este som, é para que fique alerta. Por exemplo, se você chama seu parceiro de "amor", não dê o nome do seu cão de Flor. Toda vez que você falar "amor", ele poderá achar que está sendo chamado e ficará muito confuso. O cão, na prática, só ouve a vogal final, então pra ele, flor, amor, cor e dor são a mesma coisa.
Fonte: tudosobrecachorros
Recebendo o filhote em casa
Sua casa precisa de alguns preparos antes do seu novo filhotinho chegar!
Antes de levar um cachorro pra casa, você tem que se certificar que tudo esteja seguro para que não aconteça nenhum acidente com suas coisas ou mesmo com seu novo amigo. Cães são eternas crianças, e filhotes são como bebes, requerem muita atenção e cuidado redobrado. Olhe em volta, tire quaisquer objetos que possam ser engolidos ou aquelas coisas que você adora e não quer ver mastigada futuramente.
Veja aqui coisas especificas que você pode fazer na sua casa:
- Guarde plantas, objetos de decoração muito pequenos ou frágeis, sapatos e roupas.
- Não deixe nada pelo chão. Você pode achar fofo quando vir ele comendo aquele seu sapato velho, mas ele não sabe a diferença pra um novo. Não caia na besteira de dar um sapato/chinelo velho pra ele mastigar, ou não reclame quando ele destruir seu tênis novinho.
- Prenda pontas soltas que podem ser puxadas, como toalha de mesa, fios pendurados e etc. Seu amigo vai com tudo puxar qualquer objeto que balance e ai.... Você pode prender com fita adesiva ou simplesmente retirar.
- Lembre-se que seu bichinho eh curioso e vai adorar investigar a sua casa e mexer em tudo, ate ser devidamente educado.
- Caudas balançam. Coisas caras quebram. Pense nisso.
- Esconda qualquer coisa que possa ser venenosa para seu filhote. Isso inclui remédios, produtos de limpeza, tinta e alguns alimentos, como o chocolate.
- Enrole e esconda fios de telefone e aparelhos eletrônicos.
- Proteja tudo que for feito de madeira, como pés de mesa e cadeiras. Cães sabem por instinto que madeira eh bom pra roer.
- Limpe todo o jardim. Verifique que a grade seja segura e sem buracos. Esconda mangueiras. Cuidado com piscinas, não o deixe acessar quando filhote. Se você tiver alguma plantação de ''comigo-ninguém-pode'', remova-a imediatamente. Essa planta é venenosa.
- Veja se em algum lugar por onde o seu cachorro possa passar e vede qualquer passagem.
Fonte: tudosobrecachorros
Cadela adota 3 porquinhos
Uma cadela adotou três porquinhos em Piracicaba, no estado de São Paulo, Brasil, que tinham sido rejeitados pela mãe. Da ninhada de seis, três já tinham morrido de fome.
Tudo começou quando as crias de uma porca que vive numa quinta vizinha deixaram de ser amamentadas pela mãe. Das seis crias, três acabaram mesmo por morrer de fome. As outras três corriam o mesmo risco. O dono do animal decidiu pedir ajuda aos vizinhos, levando lá os porquinhos para que recebessem leite por uma mamadeira, mas os animais não aceitaram.
Foi então que Jorge António Cortez, o caseiro, se lembrou de outra hipótese.
“Na hora que eles recusaram a mamadeira, eu falei para trazer a Julie (cadela) e tentar dar de mamar para os porquinhos. Foi na hora e deu tudo certo. A Julie salvou a vida dos porquinhos”, contou António ao site EP Piracicaba.
Julie tinha sido mãe há pouco mais de um mês e por isso foi capaz de ajudar os porquinhos, agora fortes, bem dispostos e, segundo Cortez, muito carinhosos com a mãe adotiva.
Veja AQUI o vídeo de Julie amamentando os porquinhos.
Fonte: Boas Notícias
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Cão-guia de cadela cega morre na Inglaterra
Ellie, uma King Charles Spaniel de 1 ano, era cega e tinha seu próprio “cão-guia”, conforme publicado na ANDA. Porém, ao recuperar a visão após fazer uma cirurgia de catarata, ela perdeu tragicamente seu parceiro, segundo informou o jornal Manchester Evening News.
Leo, um pastor alemão de 14 anos, guiava a cachorrinha por todos os lados para garantir que outros cães não chegassem muito perto dela. Mas apenas uma semana depois que Ellie recuperou a visão, Leo foi diagnosticado com um tumor e precisou ser sacrificado.
“Fique muito contente com a melhora de Ellie, mas estou simplesmente devastada com a perda de Leo”, disse Julie Lander, tutora dos cães.
Ellie tinha catarata e os músculos dos olhos não estavam adequadamente desenvolvidos porque ela foi mantida no escuro por muito tempo antes de ser adotada.
Julie, que mora em Royton, perto de Manchester e é voluntária da Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA), já tinha Leo quando resolveu cuidar de Ellie. “Fiquei com tanta pena quando ela chegou e percebi que ela precisava de uma ajuda especial”, contou. “Também sabia que ela se daria muito bem com Leo.”
Leo se tornou então os olhos de Ellie e ela o seguia por todos os lugares antes de aninhar nele. “Leo sempre protegeu Ellie quando ela estava nervosa. E a relação deles não mudou depois que ela recuperou a visão. Quando ela voltou para casa depois da cirurgia, eles se tocaram com o nariz e deitaram juntos. Foi emocionante!” disse Julie.
Mas depois de uma semana da operação, Julie descobriu a doença de Leo. “Foi quase como se ele tivesse ficado aqui até saber que Ellie estava bem.”
fonte: anda
Crianças que vivem com animais têm menos alergias
As crianças que convivem com animais de estimação são menos propensas a desenvolver alergias, segundo um estudo de uma equipa de investigadores norte-americanos publicado na edição de junho da revista Clinical and Experimental Alergy.
Coordenado por Ganesa Wegienka, do Departamento de Saúde Pública do Hospital Henry Ford o estudo reuniu os dados clínicos, incluindo o historial de alergias, de 566 crianças e dos seus pais que estiveram expostos à presença de animais domésticos.
Quando as crianças completaram 18 anos, os cientistas analisaram amostras de sangue e os anticorpos presentes no sistema imunológico que lutam contra alergias de cães e gatos.
De acordo com o estudo, todas as crianças que cresceram em lares com gatos tinham menos 48 por cento de probabilidades de contraírem alergias. Em relação aos cães, as crianças do sexo masculino que crescem perto do amigo mais fiel do homem, têm menos 50 por cento de probabilidades de contraírem alergias.
Este número não se verifica para as meninas. Segundo suspeitam, as meninas não desenvolvem a mesma imunidade que os rapazes porque interagem de forma diferente com os cães.
Os cientistas suspeitam que esta resistência às alergias surge porque a exposição precoce a alergénios e bactérias relacionadas a animais domésticos fortalece o sistema imunológico.
O corpo acabará por se habituar aos alergénios o que ajuda a criança a construir uma imunidade natural.
fonte:boas noticias
Coordenado por Ganesa Wegienka, do Departamento de Saúde Pública do Hospital Henry Ford o estudo reuniu os dados clínicos, incluindo o historial de alergias, de 566 crianças e dos seus pais que estiveram expostos à presença de animais domésticos.
Quando as crianças completaram 18 anos, os cientistas analisaram amostras de sangue e os anticorpos presentes no sistema imunológico que lutam contra alergias de cães e gatos.
De acordo com o estudo, todas as crianças que cresceram em lares com gatos tinham menos 48 por cento de probabilidades de contraírem alergias. Em relação aos cães, as crianças do sexo masculino que crescem perto do amigo mais fiel do homem, têm menos 50 por cento de probabilidades de contraírem alergias.
Este número não se verifica para as meninas. Segundo suspeitam, as meninas não desenvolvem a mesma imunidade que os rapazes porque interagem de forma diferente com os cães.
Os cientistas suspeitam que esta resistência às alergias surge porque a exposição precoce a alergénios e bactérias relacionadas a animais domésticos fortalece o sistema imunológico.
O corpo acabará por se habituar aos alergénios o que ajuda a criança a construir uma imunidade natural.
fonte:boas noticias
5 curiosidades sobre os cães vira-latas
Você sabia?
1. Todos os cães, independentemente da raça, são descendentes dos lobos selvagens e primos das raposas. Mesmo aqueles que algumas senhoras carregam dentro da sacola
2. Os vira-latas são cães 100% brasileiros.
3. Rasga-saco e pé-duro são outras maneiras de se dizer "vira-lata". Na linguagem veterinária, o correto é SRD - Sem Raça Definida.
4. O cão vira-lata resiste a um número maior de doenças e condições adversas do que cães de raça.
5. A maior genialidade sensorial do vira-lata é seu olfato. Se, por exemplo, nós humanos sentimos o cheiro de feijoada, os vira-latas são capazes de reconhecer separadamente o aroma do feijão, da linguiça, da cebola e do louro. Essa habilidade o permite detectar a presença um alimento dentro de um saco de lixo.
Violência contra animais é crime !
Os maus-tratos de animais são práticas muito comuns na história da humanidade e perduram até os dias de hoje. Não é raro nos depararmos com situações evidentes de maus-tratos contra animais domésticos ou domesticados. Lojas que abrigam animais em gaiolas minúsculas, sem qualquer condição de higiene, cães presos em correntes curtas o dia todo, proprietários que batem covardemente em seus animais ou os alimentam de forma precária, levando o animal à inanição, cavalos usados na tração de carroças que são açoitados e em visível estado de subnutrição.
Mas há aquelas situações em que sabemos que o animal está sofrendo, só que a caracterização de maus-tratos é subjetiva. Por exemplo, seu vizinho deixa o cão preso o dia todo num quintal pequeno, sem abrigo, sozinho, latindo sem parar. Para a maioria das pessoas, isso pode ser caracterizado como 'maus-tratos', mas pode ser perfeitamente normal para o dono do animal.
De acordo com Marco Ciampi, presidente da Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal (Arca Brasil), o princípio básico nas relações homem-animal deve ser o de: 'caber ao homem prover condições adequadas para a manutenção das necessidades - físicas, psicológicas e comportamentais - do animal. Quando não se é capaz de garantir a segurança do animal, este não deve ser mantido pelo homem'.
Os exemplos de maus-tratos seguem uma lista longa, que inclui: o sacrifício de animais em rituais religiosos, seu uso em rodeios, circos e touradas, práticas folclóricas bárbaras, como a farra do boi, ou até aprisioná-los em zoológicos. E várias associações também sugerem a extinção de uma prática comum em centros de zoonose espalhados pelo Brasil, as famosas carrocinhas. Muitos adotam a injeção letal para matar os animais que não tem para onde ir. Em alguns estados, isso está mudando. Em São Paulo, por exemplo, foi sancionada uma lei em abril de 2008 que proíbe a eutanásia de animais em todos os municípios. Caberá, então, às prefeituras promover ações de castrações e adoção de animais. A lei vale também para animais considerados ferozes como os pit bulls.
A legislação no Brasil protege os animais desde 1934, data do decreto 24.645, de junho daquele ano, que protege os animais domésticos (cães, gatos, pássaros, etc..) e os pertencentes à fauna brasileira (papagaios, tucanos, onças, jabutis, entre outros) ou os exóticos (elefantes, leões, ferrets), além dos animais de trabalho (cavalos, jumentos) ou produção (aves, gado, suínos).
Mais recentemente, a lei federal de crimes ambientais nº 9605 de 16/02 de 1998 reforçou o decreto de 1934 e especificou várias violações e penalidades para aqueles que praticam crimes contra os animais.
Segundo o artigo 32 desta lei, maus-tratos de animais são classificados como qualquer ato de abuso e maus-tratos. Ferir ou mutilar animais domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos também é crime de maus-tratos que tem como pena a detenção de três meses a um ano e multa.
A mesma lei prevê que o abandono do animal é crime. Aquelas pessoas que abandonam ninhadas ou mesmo seus cães idosos, cegos ou doentes, estão ferindo a lei. Idem para a prática de experimentos científicos que incorram no sofrimento do animal. Ao se deparar com situações onde o animal está visivelmente sofrendo, é possível denunciar usando esta legislação.
Não há estatísticas sobre os números de animais que sofrem maus-tratos no Brasil. Mas há diversas formas de crueldade, a maioria delas consentida, contra eles.
Os circos usam animais exóticos, como tigres, leões e elefantes como suas principais atrações. Não é possível ensinar os números e truques que eles realizam no picadeiro sem estabelecer uma relação de dor e de medo. Para ficarem amestrados, os animais são surrados, torturados e acorrentados. Além de outros tipos de maus-tratos que sofrem e também, da falta de cuidados veterinários apropriados. Associações de proteção aos animais propõem que este divertimento seja feito sem animais. Existem muitos circos famosos, como o Cirque du Soleil, que não usam animais em suas apresentações.
Mas há aquelas situações em que sabemos que o animal está sofrendo, só que a caracterização de maus-tratos é subjetiva. Por exemplo, seu vizinho deixa o cão preso o dia todo num quintal pequeno, sem abrigo, sozinho, latindo sem parar. Para a maioria das pessoas, isso pode ser caracterizado como 'maus-tratos', mas pode ser perfeitamente normal para o dono do animal.
De acordo com Marco Ciampi, presidente da Associação Humanitária de Proteção e Bem-Estar Animal (Arca Brasil), o princípio básico nas relações homem-animal deve ser o de: 'caber ao homem prover condições adequadas para a manutenção das necessidades - físicas, psicológicas e comportamentais - do animal. Quando não se é capaz de garantir a segurança do animal, este não deve ser mantido pelo homem'.
Os exemplos de maus-tratos seguem uma lista longa, que inclui: o sacrifício de animais em rituais religiosos, seu uso em rodeios, circos e touradas, práticas folclóricas bárbaras, como a farra do boi, ou até aprisioná-los em zoológicos. E várias associações também sugerem a extinção de uma prática comum em centros de zoonose espalhados pelo Brasil, as famosas carrocinhas. Muitos adotam a injeção letal para matar os animais que não tem para onde ir. Em alguns estados, isso está mudando. Em São Paulo, por exemplo, foi sancionada uma lei em abril de 2008 que proíbe a eutanásia de animais em todos os municípios. Caberá, então, às prefeituras promover ações de castrações e adoção de animais. A lei vale também para animais considerados ferozes como os pit bulls.
A legislação no Brasil protege os animais desde 1934, data do decreto 24.645, de junho daquele ano, que protege os animais domésticos (cães, gatos, pássaros, etc..) e os pertencentes à fauna brasileira (papagaios, tucanos, onças, jabutis, entre outros) ou os exóticos (elefantes, leões, ferrets), além dos animais de trabalho (cavalos, jumentos) ou produção (aves, gado, suínos).
Mais recentemente, a lei federal de crimes ambientais nº 9605 de 16/02 de 1998 reforçou o decreto de 1934 e especificou várias violações e penalidades para aqueles que praticam crimes contra os animais.
Segundo o artigo 32 desta lei, maus-tratos de animais são classificados como qualquer ato de abuso e maus-tratos. Ferir ou mutilar animais domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos também é crime de maus-tratos que tem como pena a detenção de três meses a um ano e multa.
A mesma lei prevê que o abandono do animal é crime. Aquelas pessoas que abandonam ninhadas ou mesmo seus cães idosos, cegos ou doentes, estão ferindo a lei. Idem para a prática de experimentos científicos que incorram no sofrimento do animal. Ao se deparar com situações onde o animal está visivelmente sofrendo, é possível denunciar usando esta legislação.
Não há estatísticas sobre os números de animais que sofrem maus-tratos no Brasil. Mas há diversas formas de crueldade, a maioria delas consentida, contra eles.
Os circos usam animais exóticos, como tigres, leões e elefantes como suas principais atrações. Não é possível ensinar os números e truques que eles realizam no picadeiro sem estabelecer uma relação de dor e de medo. Para ficarem amestrados, os animais são surrados, torturados e acorrentados. Além de outros tipos de maus-tratos que sofrem e também, da falta de cuidados veterinários apropriados. Associações de proteção aos animais propõem que este divertimento seja feito sem animais. Existem muitos circos famosos, como o Cirque du Soleil, que não usam animais em suas apresentações.
Os 10 Mandamentos da Posse Responsável
01. Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados.
02. Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.
03. Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico.
04. Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo.
05. Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente.
06. Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.
07. Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.
08. Recolha e jogue os dejetos (cocô) em local apropriado.
09. Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).
10. Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.
02. Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.
03. Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico.
04. Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo.
05. Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente.
06. Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.
07. Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.
08. Recolha e jogue os dejetos (cocô) em local apropriado.
09. Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).
10. Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.
Você sabia que ...
Os cães suam através das patas e do focinho.
Os cães são mais suscetíveis a atacar um estranho correndo, do que um que esteja parado.
A maior ninhada ocorreu em 1944 quando uma American Foxhound teve 24 filhotes.
O cão que mais viveu no mundo foi um Australian Cattle Dog registrado na Austrália com nome de Bluey, viveu até 29 anos e 5 meses.
Dar chocolates aos cães pode ser fatal para eles. Um ingrediente do chocolate, a teobromina, estimula o sistema nervoso central e o músculo cardíaco. Cerca de 1 kg de chocolate de leite, ou apenas 146 gramas de chocolate de culinária serviam para matar um cão de 22 kg.
Os cães selvagens que vivem em matilhas na Austrália são chamados Dingos.
O olfato dos cães é dos melhores da natureza. Se as membranas situadas no nariz dos cães fossem estendidas, elas seriam maiores do que o próprio cão.
Se um cão tiver a cauda erguida, é um sinal de dominância. Significa que é o líder da matilha.
Os cães têm cerca de 100 expressões faciais, a maior parte delas é feita com as orelhas.
O cão com o maior repertório de truques é Chanda-Leah, Poodle Toy que realiza 469 truques.
Já não há Huskies Siberianos na Sibéria.
Os cães vêem a cores, mas não tão nitidamente como os humanos.
Quando os cães têm dores de estômago, comem relva para vomitar.
Dois cães sobreviveram ao naufrágio do Titanic. Escaparam nos primeiros botes salva-vidas, que levavam tão pouca gente que ninguém se importou que eles estivessem lá.
Os americanos gastam mais dinheiro em comida de cão do que em comida de bebê.
Cinofobia - medo dos cães e da raiva.
Houve um cão que era tão leal ao dono que, quando este morreu, ele nunca saiu de perto da cama. Apenas saía para ir buscar comida e voltava para comer ao pé do dono, como era costume. O cão passou o resto dos seus dias ali. Quando morreu foi enterrado ao lado do dono.
O cão de guarda húngaro Kuvasz não é geneticamente um cão branco. O Kuvasz é um cão preto com pelo branco.
Geralmente, a boca de um cão tem menos bactérias e germes do que a boca de um humano.
Faminto por bola de tênis: Augie, um Golden Retriever, colocou de uma só vez 5 bolas de tênis em sua boca.
Há mais de 52.6 milhões de cachorros nos Estados Unidos.
A imagem de salvador de viajantes sustentada pelos cães São Bernardo surgiu na Suíça em meados do século XVIII. Foi em Valais, na Pousada do Grande São Bernardo, que os monges começaram a treinar os cães, inicialmente como auxiliares em trabalhos domésticos. O tempo foi passando e os cães foram também ensinados a guiar os viajantes que passavam pelas redondezas, além de ir buscar vítimas de avalanches que pudessem estar soterradas vivas na fria região da Pousada, o desfiladeiro do Grande São Bernardo. Apesar de serem realmente cães de salvamento, nunca levaram amarrado ao pescoço o barrilzinho com álcool freqüentemente visto em ilustrações e desenhos animados. O mais conhecido desses cães chamava-se Barry, dono da fama de ter salvo mais de 40 pessoas em toda a sua vida. Ele ainda pode ser visto, empalhado, no Museu de História Natural de Berna.
Os cães machos urinam com muito mais frequência do que as cadelas. Isso porque a urina também age, em parte, como marcador de seu território.
Na hora da refeição, o cão é mais receptível a ensinamentos. Um filhote aprende mais rápido seu nome quando você o chama para se alimentar.
A menor raça de cão é o Chihuahua cujo peso reconhecido se encontra entre 900 gramas até 2,75 kg. A segunda menor raça é o Yorkshire Terrier que, oficialmente, não deve pesar mais do que 3,20 kg.
O menor cão do mundo: esta categoria é dividida em duas subcategorias, altura e comprimento. Em altura, o menor é Whitney, uma Yorkshire que mede apenas 7,6cm de altura (medida na cernelha - no ombro); e em comprimento, o menor é Danka, um Chihuahua que mede apenas 18,8cm de comprimento do focinho à ponta da cauda.
As raças mais altas de cães são o Grand Danois, o Wolfhound Irlandês, o São Bernardo, o Mastim Inglês, o Borzoi e o Karabash da Anatólia (cão pastor turco). Todas essas raças podem chegar a 90 cm de altura.
O salto mais alto pertence à Cinderella, um Galgo, que saltou sobre uma barra a 167,6cm do solo.
Pulando corda: Olive Oyl, um Wolfhound Russo, pulou corda 63 vezes em 1 minuto.
Pára-quedista canino: Brutus, um Jack Russel, saltou de pára-quedas com seu dono de uma altura de 4.572m.
O Museu da História Natural, na Cidade do México, possui um esqueleto de um Chihuhua que mede apenas 18 cm. Apesar de não estar citado o peso deste cão, apresentado em 1910, calcula-se que não poderia ter pesado mais de meio quilo.
Os cães da raça grandes têm um aparelho digestivo muito sensível. O menor stress pode causar amolecimento das fezes ou diarréias.
O aparelho digestivo de um cão de raça pequena representa 7% de seu peso total, contra somente 2,7% para um cão de raça grande.
O cão somente torna-se maduro ao atingir um ano e meio de vida, ou às vezes até mais.
A fabricante de brinquedos TAKARA criou um computador de mão que traduz o latido em bom Japonês. O aparelho é equipado com um programa que interpreta o humor do animal de acordo com o tom dos ruídos. O cão usa uma coleira com um gravador. O som é transmitido para o tradutor que interpreta na tela de cristal líquido como alegria, frustração, tédio...
Quando adulto um cão de raça pequena atinge 20 vezes o seu peso de nascimento, enquanto o cão de raça grande ou gigante poderá atingir 100 vezes.

























